sábado, 28 de novembro de 2009

PARA QUE? COMO? POR QUE? O QUE?


 

            Três palavras que resumem o nosso ser professor.

            Precisamos sempre ter em mente:

            O que?

            Para que?

            Por quê?

            Como? Desenvolver determinadas habilidades. E o nosso drama eterno: avaliação

            Este semestre serviu para tirar das gavetas elementos básicos, que pela prática, abandonamos, como entender o que é significativo para as crianças, as diferenças constantes dentre as determinadas metodologias utilizadas.

            A análise do planejamento feito nos fez relembrar a importância de sempre estarmos atentos ao que nos propomos oferecer e como vamos atingir este objetivo.

 

sábado, 14 de novembro de 2009

MINHAS APRENDIZAGENS


Temos tido durante o curso de Licenciatura em Pedagogia a Distância da UFRGS oportunidade de rever muitos conceitos e aprendizagens. Primeiramente as que tivemos em nosso curso de Formação para Professores e de, pois em todos os cursos, seminários, palestras simpósios ou encontros que procuramos participar durante o período em que estamos sendo profissionais da educação. Mas o que mais vale é a nossa experiência de anos em regência de classe, observando, participando da vida destes seres que são colocados em nossas mãos, normalmente por um ano, que depende de nós para o seu crescimento social, cultural e muitas vezes emocional. Então esta oportunidade de revisão e complementação da nossa trajetória profissional tem trazido novos olhares sobre muitos aspectos do cotidiano.

Acrescentamos saberes, deletamos outros que por algum motivo ficaram ultrapassados. Mas a essência da nossa profissão está com as suas raízes firmes e fixadas em solo que já não é tão fértil devido a influências externas muito fortes.

Estamos buscando sempre melhorar, procurando proporcionar à criança e ao jovem de hoje oportunidades de crescimento e todo este processo tem a ver com o que pudemos reaprender em todas as interdisciplinas do curso, que souberam, de maneira sábia, nos proporcionar evolução de pensamento e atitudes.

Muito aprendemos neste contexto. Talvez não a aprendizagem do novo, mas aprendizagens da mudança de pensamentos e atitudes que considero o mais importante. Quando temos a humildade de reconhecer o que podemos melhorar.

Entre estas reaprendizagens  neste semestre posso salientar:

·         A importância de se fixar um método para o nosso trabalho.

·         Fazer um planejamento com objetivos específicos.

·         Valorizar e descobrir que algumas NE estão realmente em evolução.

·         Conhecer mais sobre o pensamento e a atuação de grandes mestres e pensadores.

·         Que existem modos diversificados de promover a aprendizagem e aquisição de conhecimentos que atingem de maneira mais ampla e real o objetivo através de Pas.

·         E que sempre é possível, independente da idade cronológica, adquirir o conhecimento e que ele, atualmente através da EJA, está sendo proporcionado a todos, procurando desenvolver um projeto que faça que todos possam fazer uma “leitura do mundo” (Freire)

Assim como esses, outros conhecimentos foram sendo ampliados neste ínterim. E todos, com certeza, somente irão acrescentar benefícios na nossa jornada profissional.

 

 

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Paulo Freire


Estamos trabalhando neste semestre, Linguagem e Educação, Didática e Planejamento, Educação de Jovens e Adultos e em todos os momentos os assuntos se interligam e chegamos ao mesmo momento em que precisamos relembrar as palavras de Paulo Freire “Todos precisam saber fazer a leitura do mundo, do seu mundo”. E este pensamento nos reporta não somente aos jovens e adultos, mas também às crianças com as quais trabalhamos que muitas vezes vive um totalmente alheio ao que normalmente teríamos como normal. Pensar este momento na vida de cada ser e coloca-lo como momento de aprendizagem é o que estamos nestas interdisciplinas deste semestre, elas se fundem num só pensamento.

            E trabalhar Paulo Freire me reportou a minha época de “normalista”, assim éramos chamadas naquela época, quando fizemos um trabalho de campo e fomos à cidade de Camaquã apresentar as normalistas de lá, todo um projeto de como alfabetizar, segundo a idéia de Paulo Freire, partindo de um contexto mais amplo e sintetizando até chegar às palavras, sílabas e letras. Para aquela época, ensinar desta maneira era o que de mais moderno havia e eu havia feito o melhor trabalho e o apresentei. Agora novamente estudo Paulo Freire em toda o seu contexto e mais uma vez me sinto emocionada com o grande amor que ele demonstrava pela educação e o seu comprometimento para que todo o homem se torna-se um ser conhecedor e participante do mundo.

domingo, 4 de outubro de 2009

MOVIMENTO ESCOLA NOVA


Estamos na parte desta interdisciplina que tem muito a ver com o meu “ser” professora pelas mudanças que ocorreram desde o meu aprendizado até o momento atual.

            O começo do “Movimento da Escola Nova” foi, obviamente bem antes de eu me tornar professora, a meu ver começado muito lentamente do que na atualidade onde as mudanças ocorrem muito rapidamente pelo de correr do processo e também pelo interesse que essas mudanças aconteçam pelo respaldo de leis que asseguram e até obrigam determinadas atitudes.

            Aos meus olhos, pela experiência e trajetória de vida muito se fez, muito melhorou, mas alguma coisa se perdeu neste crescimento. Ainda sendo opinião própria saliento que muitos não conseguem ter a estrutura social, emocional, familiar para tantas mudanças.

            Os recursos oferecidos ainda não se adequaram ao crescimento e se torna muitas vezes difícil ao professor manter o interesse do aluno, vendo ao seu redor tantas oportunidades e não tem o acesso a tudo isto.

            Trabalho em duas redes Públicas de Ensino diferentes, Estadual e Municipal e é marcante a diferença de recursos e interesses entre elas.

            Mas atualmente todos buscam, como diz no texto que fala de Freinet, “ todas buscam trazer o que está fora para dentro” isto busca, na realidade envolver o cotidiano de cada um como alavanca para o conhecimento.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

PLANEJAMENTO


Estamos em uma parte da disciplina muito importante e também polêmica, pois a tendência do professor que, com muitos anos de experiência em regência de classe, acha que o planejamento é desnecessário. O que não é meu caso, pois não consigo desenvolver as minhas aulas sem um esquema de trabalho.

            Ler o texto trouxe a tona lembranças de um começo de carreira, ou de estudo onde buscar os objetivos específicos era motivo de muita pesquisa. Acredito que hoje, o objetivo é o foco e são mais amplos e verdadeiros, pois sendo mais amplos conseguimos atingi-los com mais certeza do aprendizado.

            O mapa conceitual que coloquei expressa com poucas palavras o circulo que deve reger o nosso planejamento.

domingo, 6 de setembro de 2009

COMÊNIO


“Age idiotamente aquele que pretende ensinar aos alunos não quanto eles podem aprender, mas quanto ele próprio deseja”.

            Esta frase de Comênio traduz a linha de pensamento de progressão da didática. Estamos hoje chegando a este objetivo. Tornar a nossa metodologia coerente com os ideais da atualidade educacional.